MKULTRA no Brasil – novas revelações sobre a tortura eletrônica e espionagem remota

por seducaoepersuasao

Segue abaixo meu feedback sobre a minha experiência de tortura eletrônica e espionagem remota (MKULTRA) que estou sofrendo desde 10-junho-2015.

 

Pergunta: “Como anda seu caso? Ainda está sendo monitorado e torturado remotamente por esses caras do underground? Parece que eles estão perseguindo caras como você, que vão contra o controle mental e toda a manipulação da matrix, que eles chamam de dissociados, não é?”

Resposta: Ainda. Quase 3 anos depois, ainda não tive a ajuda de ninguém. Parece que a espionagem remota e tortura eletrônica é um assunto tabu. As vítimas, chamadas de indivíduos alvo, como eu, são vistas como esquizofrênicas e não são muito levadas à sério. Por isso a importância de divulgar esse tipo de novo crime aqui no meu blog e no meu canal do Youtube.

 

Pergunta: “No filme do Netflix OtherLife é possível criar outra realidade dentro da mesma realidade, encapsulando tempo dentro de tempo e realidade dentro de realidade. Desta forma seria possível transformar 20 anos em bilhões de anos. Daí o que conhecemos como Universo poderia ser uma realidade simulada que fora está durando apenas décadas, mas aqui dentro bilhões de anos? Você acha que a vida humana é algo assim? O underground do planeta é refém disso e quer replicar o método criando uma espécie de Second Life humano, nos jogando remotamente, como você disse?”

Resposta: Parece que sim. Sei que “aliens” (aparentemente humanos jogando avatares com forma de aliens) teriam dito ao Pentágono e Russos que isso aqui nada mais é do que uma simulação de Universo. E essa simulação de Universo foi criada por humanos como uma forma de obter controle sobre a realidade, o que eles não conseguiram fora. É igual ao game Second Life que foi criado por nós para obter mais controle e poder sobre a nossa segunda vida. Fazemos coisas lá que não é possível fazer aqui dentro. Esse teria sido o motivo que humanos com tecnologia futurística criaram uma espécie de universo fake com muito mais controle e poderes. E o underground, sabendo disso, decidiu fazer o mesmo. Agora eles querem transformar esse videogame em outro videogame, o videogame deles. É como um avatar do Second Life conseguir gerar uma terceira vida para fazer coisas que não consegue na segunda vida. O objetivo do underground é operar humanos remotamente até 2054, adquirindo o controle mental e corpóreo total de qualquer ser humano, criando uma espécie de Surrogates da vida real. Lembrando que é quase certo que esse controle total (ou parcial) humano já é feito de fora dessa realidade por humanos futuristas.

 

Pergunta: “Grupos de torturadores formados por cientistas e militares (talvez também bilionários e influentes) agem de qual forma? Pode dar um resumo de como esses caras da CIA agem e qual o real propósito da tortura eletrônica e remota?”

Resposta: Os EUA criou uma grande estrutura no seu underground para espionar e torturar de forma eletrônica os seres humanos. Equipes passam o dia espionando vidas e também as modificando, tudo de forma eletrônica e remota, usando tecnologia da CIA e Pentágono, numa espécie de game sádico onde essas equipes ganham pontos e benefícios ao monitorar e editar vidas, chamados de indivíduos alvo, usando tecnologias hi-tech de invasão e scaneamento cerebral. Um dos objetivos dessas equipes é a tortura remota, usando o que chamam de esquizofrenia eletrônica ou inteligente, desta forma, produzindo o posterior suicídio ou internação clínica do indivíduo alvo. Veja nesse vídeo um resumo de uma vítima do MKULTRA.

 

Pergunta: “Há boatos que a CIA criou o Chaturbate da vida real e comercializa isso a ricos e influentes. O que você acha? Teve acesso a algum documento que prova isso? Você acha que esses caras tem vídeos nossos de masturbação na frente do laptop já que a câmera não vem mais com a luz verde que mostra que está ativa e documentos no último vazamento da CIA mostra que eles podem ter espalhado vírus, malwares, trojans e spywares dentro dos próprios antivírus para nos espionar?”

Resposta: Sim, é totalmente possível que esse serviço está ativo e é comercializado secretamente a ricos e influentes. Por isso tape com urgência a sua câmera do laptop ou é quase certo que sua intimidade vai estar disponível a esses caras apenas com um apertar de botão. Sei também que eles podem comercializar em tempo real sua atividade na web e no seu smartphone.

 

Pergunta: “Você acha que a fobia pode ser induzida remotamente usando armas de tortura eletrônica? Como isso funcionaria na prática no indivíduo alvo?”

Resposta: Totalmente. Sei que esses caras usam o que chamam de ataque de frequências ou de perceptivos. É quando ligam em você programas de computadores autômatos que rodam 24h dentro do seu cérebro e induzem uma espécie de fobia sintética ou inteligente. A partir daí você tem sérios problemas de identidade e com a auto-imagem, como por exemplo, ficar com uma imagem pesada quando se olha no espelho e seu cérebro passa a se auto-scanear procurando defeitos e assimetrias, o que obviamente gera fobia e problemas de socialização, pois sua mente diz a você que todos vão te reprovar. São apenas programas autômatos que rodam 24h dentro do seu cérebro. Tudo isso já pode ser feito remotamente.

 

Pergunta: “Sobre a clonagem de humanos que esses caras do underground fazem estilo filme A Ilha (2005), você tem alguma informação de quem está sendo clonado e qual o propósito dessas clonagens?”

Resposta: “Sei que esses caras clonam de forma clandestina humanos normais e celebridades. Eles chamam esses clones de avatares Platinum e principalmente de “It Girls”, normalmente garotas bonitas e famosas do Instagram. O propósito é simples: voyeurismo e estupro. Muitos clones são mantidos num estado quase letárgico e são estuprados quase que diariamente por cientistas, militares e ainda influentes ou ricos. Há serviços clandestinos que vendem o estupro e voyeurismo de clones humanos.”

 

[em desenvolvimento]

 

Rafael Bandeira Corrêa
rbcorrea@gmail.com
Praia do Cassino, Rio Grande do Sul, Brasil
Fevereiro/2018